segunda-feira, 15 de novembro de 2010

depois de araraquara e ribeirão preto A PARADIGMÁTICA PALESTRA DA BAILARINA DE VERMELHO, PELA PRIMEIRA VEZ EM SÃO PAULO CAPITAL! (porque o que vem de dentro é mais lindo)



 MOSTRA SESC DE ARTES 2010
ANTICLÁSSICO 

SESC Vila Mariana


Dia(s) 23/11, 24/11
Terça e quarta, às 20h.
Combinando projeções, vídeos ilustrativos, perguntas da audiência, coffee break e talk show, Anticlássico é um monólogo autoral cômico da atriz, performer, autora e diretora carioca Alessandra Colasanti. Uma bailarina de vermelho, recém-saída de um quadro de Dégas, profere uma "desconferência" sobre o enigma vazio - metáfora da contemporaneidade. Diz-se amiga íntima da Monalisa e faz saltitar nomes e frases de efeito, servindo-se de Walter Benjamim, Foucault e Derrida. Diz ter sido namorada de celebridades modernistas, ídolos pop e ícones contemporâneos, como o compositor pós-moderno John Cage. Ao seu lado, um jovem punk concertista que toca sonatas de Chopin e auxilia sua a bailarina. Auditório.
Texto, direção, figurinos e atuação: Alessandra Colasanti.
Participação: João Velho.
Duração: 90 minutos.
Classificação indicativa: 14 anos.


R$ 24,00[inteira]
R$ 12,00[usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 6,00[trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

deu no AGUARRÁS, por ELVIRA VIGNA


37 – 08/10/2010
SAMIR ABUJAMRA E ALESSANDRA COLASANTI (publicado pelo Aguarrás sob o título de “A bailarina de vermelho”)
Em meu texto Histórias da arte, tenho um capítulo seriíssimo dedicado à arte contemporânea. Me deu vontade de substitui-lo por um link. É que o vídeo A bailarina de vermelho, de Samir Abujamra e Alessandra Colasanti, é meio tudo que eu queria dizer a respeito. A começar com a frase de apresentação da Bailarina: “É que eu não me considero eu, entende?”
A história, ahn, ok, o fio, é simples. Em um dos quadros de Degas, há uma cadeira vazia. Depois de vários takes de depoimentos, dados históricos e documentos visuais – incluindo fotos antigas, filmes mudos e vídeos do youtube – ficamos sabendo que a bailarina sumida, assim como a arte contemporânea, está em todos os lugares.
E está, principalmente, na auto-ironia dos nés e entendes de fins de frase. E na legenda com a tradução errada de um “filme mudo”. Ou no suposto programa de Michel Melamed, com um vagabundo entrando em cena, atrás. Na explicação acadêmica de Jards Macalé sobre a origem bailarinesca dos nossos quatro dias de carnaval. Na própria cara torta da atriz. E na sua voz arrastada de quem acaba de cheirar/tomar/fumar todas. E na sua mãozinha que indica que aspas acabam de ser abertas ou fechadas em citações (falsas) de Lacan.
Exemplo de uma citação de Lacan: “Quem sabe faz a hora.” Terminada, claro, com um né.
A Bailarina namorou Picasso. Que é um exemplo, segundo ela, da disparidade eventual que se pode notar entre significado e significante. Um, hiperbólico. O outro, a coisa em si, liliputiano.
Ah, e ela acha que a contextualização de seus procedimentos artísticos se dá a partir do advento da morte do autor. Entende?
(E também se dá no desbunde anti-revolucionário e revolucionário pós-64; na derrubada do World Trade Center; em John Cage – que lhe dedicou uma de suas composições; na arte performática de Beuys; no movimento funk norte-americano; e mais em uma meia dúzia de coisas que não deu tempo de tomar nota. Ok?)
Suas origens conceituais vêm de Gertrude Stein, Andy Warhol, body painting e o balé russo. Né?
O vídeo, de 15 minutos, segue o rastro de tal figura, no ano sabático em que ela some no mundo. Um Laos, Nigéria, Criméia e outros lugares abstrusos, todos filmados em Paris, Nova Iorque e Rio. O vídeo e a Bailarina repetem, caçoando, o linguajar culto, erudito da crítica de arte. Não é só a arte e suas manifestações que são retomadas de forma escrachada. O que, em si, já é uma crítica, e das mais eficazes. O fazer crítico também é ironizado e, desse modo, destruído.
Não é que o vídeo não fale de questões importantes. Fala sim. Mas fala rindo.
Por exemplo, o fim, com os créditos, é um take de um músico de metrô americano. O vídeo acaba com uma música, essa arte que some assim que termina. Sem deixar material algum para ser jogado no lixo. Cujo emissor não é sequer visto. As pessoas, de costas para o músico que está sendo filmado, esperam um trem. O barulho do trem entra na música. Não há distinção entre música e trilha sonora do cotidiano. Assim como não há diferença rígida entre vermelhos. Ou entre fruições estéticas ou apenas sensoriais. E isso não é um drama.
Falei acima das “origens conceituais” da Bailarina. Uma que não é citada é a de Stanislaw Ponte Preta e seu Samba do Crioulo Doido. Carnaval – e se você quiser manter a clave do erudito-cafona, posso teclar aqui um Bakhtin para gáudio do populacho. Carnaval. E Brasil. Total atualidade. É sério. E você está aí, rindo.
Direção: Alessandra Colasanti, Samir Abujamra
Roteiro: Alessandra Colassanti, Samir Abujamra
Elenco: Alessandra Colasanti, Cora Ronai, Cissa Guimarães, Enrique Diaz, Marina Colasanti, Affonso Romano de Sant’Anna, Vera Holtz, Michel Melamed.
Fotografia: Samir Abujamra
Montagem: Samir Abujamra
Música: Lucas Marcier.
País: Brasil
Ano: 2010
Duração: 15min

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

o doc definitivo da musa paradoxal!


amigos de são paulo e itinerantes, estão todos convidados para a estréia mundial de A VERDADEIRA HISTÓRIA DA BAILARINA DE VERMELHO, um filme de alessandra colasanti e samir abujamra, um curta épico, a short movie from the tropics, o documentário definitivo da musa paradoxal. venha dar o ar de sua graça! a entrada é gratuita ! ITAÚ CULTURAL, Av. Paulista, 20h, dia 16 de setembro! Prepare-se, ou não! Seja blefe , seja show!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

quarta-feira, 7 de abril de 2010

terça-feira, 6 de abril de 2010

liliputianas



isso e muito mais você assiste em "a verdadeira história da bailarina de vermelho", o documentário definitivo sobre a musa inconclusa.

segunda-feira, 15 de março de 2010

a verdadeira



aula magna da doutora bailarina de vermelho durante a noite de inauguração da gestão-curadoria “entre” no espaço cultural sergio porto no rio de janeiro. mais de 22.834 pessoas enviaram seus currículos na expectativa de poder partilhar das idéias e do mesmo ambiente da primeira diva PhD de Hollywood mas apenas 217 conseguiram. Este vídeo vem preencher essa lacuna pra você que não teve essa sorte.

vídeo, câmera,edição andré mantelli
bailarina de vermelho pedroca monteiro
bailarinete fernanda felix
texto e direção alessandra colasanti

rio–25–fev–2010

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

CHUPA AQUI - vértice do carnaval

Chupa Aqui, vértice do carnaval carioca, arrasta milhares de foliões pelas imediações da praça XV no centro do Rio de Janeiro. Em frente à terceira porta lateral do palácio Tiradentes vemos o estandarte cor de rosa cercado de foliões por todos os lados.



foto andre mantelli

foto andre mantelli

foto Carsten Goertz




sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

CHUPA AQUI - O Bloco da Bailarina de Vermelho


CHUPA AQUI. O Bloco da Bailarina de Vermelho faz intervenção no CORDÃO DO BOITATÁ, próximo domingo 8h, 14 de fevereiro de 2010, Praça XV, Rio de Janeiro, na ocasião serão rodadas as ´primeiras imagens do documentário mais aguardado de todos os tempos A VERDADEIRA HISTÓRIA DA BAILARINA DE VERMELHO.

Haverá farta distribuição de tchu-tchus.

SUCK HERE, Balllerina in Red intervention parade, 8am, 14th feb. Praça XV, Rio de Janeiro , Brazil.

Ballerina in Red and entourage all properly dressed in the first intervention parade of all times.

foto andre mantelli

quarta-feira, 8 de julho de 2009

a bailarina na flip nº5

imagens e edição samir abujamra


4 de julho de 2009
depois da noite comme si comme ça fui conferir o painel dos amigos calle e bouillier. quem foi que disse que em arte conceitual de marido e mulher mediador mete a colher ?
fica a pergunta: você acha que o povo gosta mesmo é de uma fofoca?

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Sophie Calle dorme comigo em Paraty. Devagar a francesa. No sex last night.



sophie calle sleeps with me in paraty. she's not in the mood for fun. no sex last night.

domingo, 5 de julho de 2009

- Olha ali, ali, a Sophie Calle! Ali de vermelho!




fotos tomas rangel

FLIP 2009

quinta dia 2: pra começar, Verdades Inventadas. Firme a menina Tatiana. alguma chuva e muita cana. Deus um Delírio, distinto esse Dawkins. qual seria a idade ideal para revelar a verdade aos pimpolhos? papai noel não existe? Boccanera brilha especialmente.

sexta dia 3: almoço com Sophie Calle, Grégoire Bouillier e Catherine Millet oferecido pelo consulado francês. Muita caipirinha. Muito bobó de camarão. Catherine me confidencia detalhes de sua vida sexual-afetiva, perdão, mas prometi não contar a ninguém.... La Calle me pergunta quem é o maior escritor brasileiro vivo, e engata, vocês aqui no Brasil conhecem Pina Baush? ...puff...

sábado dia 4: Mesa de Calle e Bouillier. Mediador fica aquém do médio. Engraçada essa Sophie. gosto dela. carismática. Greg lê trecho de seu romance Convidado Surpresa, a maior surpresa de vendas da feira . Eles fumam em cena. Festival do camarão com Chico e amigas. Festa no barco. Estavam todos lá. Pera aí Catherine, agora não. Lua cheia.

domingo dia 5: café da manhã com Mario Bellatin na rua do comércio nº26. Cariño, adorei o regalito. Comprei uma cachaça de banana de presente pruma tia do Espírito Santo. Ok, Catherine, não me entenda mal, eu adorei, foi legal, mas já foi, século XXI, tem tanta gente bacana por aí pra gente conhecer...preciso ir . mesmo. a gente se fala. Assassinaram o camarão et au revoir Paraty.
foto fernanda felix

quarta-feira, 1 de julho de 2009

a PINA, nave mãe, ursa maior









fotos andré mantelli
27 de junho de 2009
abraço da paz. ladeira dos tabajaras. círculo cultural tabajaras. um dia inteiro dedicado a atividades culturais. Invisível Companhia, Freestyle performance + convidados: coletivo Pequena Orquestra, Bailarina de Vermelho e Coelho BRanco Sobre Branco.