sábado, 10 de novembro de 2012

Bailarina de Vermelho é destaque entre as notícias internacionais em Valparaíso




No município de Valparaíso onde fizemos uma única,e portanto histórica, apresentação de " Anticlássico" , ontem dia 10/11/2012, encontra-se instalada não só, uma penitenciária de segurança máxima, como uma unidade da Ajinomoto, onde é produzido um aminoácido chamado Lisina, utilizado na engorda de animais, principalmente na suinocultura. A cidade de 22 mil habitantes foi fundada nos anos 1930 em virtude da expansão da cultura cafeeira, seu edifício mais alto é a torre da Igreja da Matriz com 459 metros. Segue a graciosa matéria publicada no Clarim Notícias, fomos destaque entre as notícias internacionais, ofuscando até mesmo a inglesa que perdeu 45 kg após ver ex com nova namorada magra.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Flaneurs de Santa Fé do Sul uni-vos

Gostaríamos de convidar os amigos, fãs e flaneurs de Santa Fé do Sul, SP a vir assistir à Bailarina de Vermelho e seu Hamlet em "Anticlássico, uma desconferência e o enigma vazio". Apresentação única, e portanto histórica, hoje, dia 09 de novembro de 2012, às 20:30, no Complexo Turístico Cultural e Histórico (aêó).

terça-feira, 15 de novembro de 2011

LA VERDADERA HISTORIA DE LA BAILARINA DE ROJO_ aumenta sismicidad y movimientos fuertes en MONTEVIDEO



dia 17 de noviembre, 7pm, 
2 Cine Fest Brasil - Montevideo
Cines Hoyts Alfabeta/ Circuito Inffinito de Festivales



La bailarina de uno de los cuadros de Degas abandona el lienzo, se lanza al mundo y desaparece en el Carnaval carioca. Mezcla de universo académico, arte de vanguardia y submundo del sexo.

Del 12 al 17 de noviembre el Circuito Inffinito de Festivales retorna a la capital uruguaya, con el cine Fest Brasil-Montevideo, ofreciendo al público uruguayo una amplia programación, que incluye la exhibición de 13 largos y 12 cortometrajes de la más reciente producción brasilera. 

domingo, 6 de novembro de 2011

BAILARINA DESCE DA PLATAFORMA E SOLTA O VERBO

COMEÇA A 1ª PLATAFORMA CARIOCA

Anticlássico_Foto Alvaro Riveros

Neste domingo (6/11) será realizada a abertura da 1ª Plataforma Carioca de Artes Cênicas, uma parceria entre o Panorama, a Prefeitura do Rio de Janeiro – através de sua Secretaria de Cultura – e a Companhia Ensaio Aberto. Até dia 10 de novembro serão apresentados 12 espetáculos de dança e de teatro a um público formado essencialmente por programadores internacionais e nacionais. A Plataforma surge com o objetivo de promover o intercâmbio das produções de teatro, novo circo e dança de novos criadores cariocas. Serão sessões diárias e gratuitas para curadores de festivais internacionais vindos de países como França, Canadá, EUA e Suécia, programadores, artistas brasileiros e internacionais, além de estudantes e projetos sócio-culturais das comunidades do entorno.

A abertura, às 15h30, será com Anticlássico, de Alessandra Colasanti, seguido do espetáculo de dança 3 Pontos, da Focus Cia. de Dança. Entre as sessões haverá coquetel para convidados com a performance A Boneca, de Patrícia Bárbara.
Os espetáculos da Plataforma serão apresentados no Armazém da Utopia e no vizinho Galpão Gamboa.
 Veja a programação completa da Plataforma aqui.

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sábado, 1 de outubro de 2011

A VERDADEIRA HISTÓRIA DA BAILARINA DE VERMELHO em Belo Horizonte

Melhor Filme
Melhor Roteiro
15th Brazilian Film Festival of Miami
 
A Verdadeira História da Bailarina de Vermelho
participa da Mostra Cine BH
Exibição: dia 1 de outubro , às 18h
Cine Humberto Mauro - Palácio das Artes
entrada franca 

(a exibicão faz parte da série de homenagens que o festival dedica à produtora Vania Catani e a Bananeira Filmes) 

sábado, 24 de setembro de 2011

A VERDADEIRA HISTÓRIA DA BAILARINA DE VERMELHO em cartaz no sestroso CINE JOIA

Melhor Filme e Melhor Roteiro 
Brazilian Film Festival of Miami

produção Bananeira Filmes


A VERDADEIRA HISTÓRIA DA BAILARINA DE VERMELHO no CINE JOIA, no Rio de Janeiro, de 24 a 29 de setembro, 13h, 16h e 18h30. Quem não viu e sempre pergunta, eis a chance, agregando ainda uma saborosa incursão ao renovado Cine Jóia (Nossa Senhora de Copacabana, 680, subsolo H). O documentário definitivo da musa paradoxal estará sendo exibido ao lado dos respectivos longas: 13h Melancolia, 16h Elvis e Madona, 18h30 Casa de Sandro. Quem se animar pode ficar dentro do cinema o dia todo! Quem pilha? 



"É maravilhoso, um curta conceitual - e ousado do ponto de vista da linguagem - como os grandes clássicos que marcaram o formato no cinema brasileiro, entre eles , "di-Glauber" e "Ilha das Flores", de Jorge Furtado"
- Luiz Carlos Merten, O Estado de São Paulo

"Os diretores usam com precisão o formato mockumentary (falso documentário) para erigir uma lenda urbana"
- Rodrigo Fonseca, O Globo

quarta-feira, 20 de julho de 2011

ALERTA VERMELHO, deu por toda parte




Paris, Rio, Moscou, Maputo, Marataízes, 20 de julho de 2011

Paris amanheceu hoje em estado de alerta. Clones da velha Bailarina de Vermelho podiam ser vistos por toda cidade, às vezes três deles dentro do mesmo vagão de trem, e o que é mais impressionante, lendo livros diferentes entre si. Às 7h30[1] um grupo de 39 bailarinas de vermelho invadiu o foyer do Opéra de Paris. Primeiramente achou-se tratar-se do corpo de baile do teatro, em manifestação por melhores salários, mas logo ficou claro, diante dos movimentos aleatórios e frases desconexas da escumalha, tratar-se de alguma coisa outra.

Às 8h da manhã o inexplicável parecia ser a nova onda do momento, o clima era de “a bailarina de vermelho é o novo preto”. Na boulangerie, na pâtisserie, nas Tuileries, no Trocadero, tudo rouge.

Em apenas duas horas, o que parecia ser uma homenagem ao maior ídolo pop de todos os tempos, ícone inconteste do cross-over, transformou-se numa epidemia incontrolável. São Paulo, Bancoc, Montevidéu, Istambul, Vaticano, Monte Carlo, New Jersey, por toda parte nada além de Bailarinas de Vermelho. Flash mob? Andy Warhol ? Era de Aquarius? Comunismo? Ilusão de ótica? Truque?

Às 10h da manhã o mundo estava em polvorosa. Cientistas, terapeutas, arqueólogos, antropólogos e artistas em geral se reuniram ao meio dia na sede da OTAN, em Bruxelas, para discutir o assunto e encontrar saídas. Líderes políticos, estéticos e religiosos de todo mundo estavam presentes, e todos partilhavam de uma mesma identidade: Bailarina de Vermelho. O ex-presidente e membro da academia Brasileira de Letras José Sarney também estava presente em caráter extraordinário, representando o Brasil ao lado de Dilma Rousseff, Lula e Fernando Henrique Cardoso, mas ninguém sabia mais quem era sujeito, quem era objeto; e o diálogo se tornou um monólogo.

Às 14h um novo dilema estava instaurado. Seria o fim da diversidade, da pluralidade, da diferença? Como discutir ideias entre tantos semelhantes? Seria a ditadura do consenso? Seria o fim das minorias? Das cotas? Da delegacia do turista? Da delegacia da mulher? Do salário mínimo? Das lojas de departamento? Como pensar o daqui pra frente? E ainda: é possível pensar em termos de frente, trás, direita, esquerda, preto e branco? O fato é que a Bailarina de Vermelho está por toda parte e em todos nós. Eu sou a Bailarina de Vermelho, você é a Bailarina de Vermelho, bem como o seu marido, sua esposa, amantes, filhos e netos.

Até o horário de fechamento deste post nenhuma explicação que se enquadrasse dentro do pensamento lógico havia sido encontrada.

Pode ser que quando você estiver diante destas linhas, caro leitor, tenha havido uma reversão misteriosa do fenômeno, pode ser ainda, que por conta de um dispositivo desconhecido, esse dia tenha sido mesmo apagado da mente da humanidade. Restaria alguma mensagem de fundo? A semente do amor livre que regeria o futuro segundo as escrituras teria sido finalmente fecundada? Seria o fim tão aguardado da controversa e esgarçada pós-modernidade? São questões. Mas uma coisa é certa suas vidas ficarão divididas entre o antes e o depois desse dia. E o resto é história.


Bailarina de Vermelho



[1] Horário local.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

malha acadêmica








fotos coletivo gráfico

segunda-feira, 4 de abril de 2011

BAILARINA NO MURO COM COLETIVO GRÁFICO E DANIEL URYON

Ocupação lambe-lambe do muro do Espaço Cultural Sergio Porto na Rua Humaitá. Pedro Sánchez e Julio Ferretti, do Coletivo Gráfico, mesclaram seus cartazes com os da Bailarina de Vermelho, produzidos pelo artista e ator Daniel Uryon.

A ação faz parte da Invasão Bailarina de Vermelho, ocupação que a personagem promoverá durante o mês de abril no Espaço Cultural Sergio Porto, com apresentações do espetáculo Anticlássico, do filme A Verdadeira História da Bailarina de Vermelho, vídeos do Bailarina Tvshow, fotografias e outras surpresas.

No início de 2010, Pedro Sánchez iniciou um trabalho de ocupação informal do muro do Espaço Cultural Sérgio Porto, colando a cada semana cartazes impressos em xilogravura e outros procedimentos. Em agosto daquele ano, os organizadores do Projeto Entre, responsáveis pela gestão cultural do espaço, o Coletivo Gráfico, para realizar oficialmente intervenções periódicas no espaço.

Daniel Uryon é responsável pelas máscaras em stencil com o ícone da Bailarina de Vermelho, cujos grafites podem ser vistos pela cidade desde 2008, destaque pra a intervenção no tapume de obras pelos 100 anos  do Theatro Municipal, e mais recentemente também em Paris.


Abril 2011
Muro sergio porto
Rua humaitá 163
Rio de Janeiro

sexta-feira, 1 de abril de 2011

INVASÃO BAILARINA DE VERMELHO, em abril no SERGIO PORTO (Rio de Janeiro)

depois do egito, líbia, lisboa e mossoró,
depois de três anos sabáticos,
ELA ESTÁ DE VOLTA!
ainda mais sábia e calipígia



ESPAÇO CULTURAL SERGIO PORTO
de 08 de abril a 01 de maio
Rua Humaitá, 163
tel 21 2535-3846
Rio de Janeiro

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

BAILARINA TIRA A ROUPA E MOSTRA O DENTE

Filmes • Sessão de Curtas

A Verdadeira História da Bailarina de Vermelho
Ficção, Cor, Dvcam, 17min, 2010, RJ
Direção: Alessandra Colasanti, Samir Abujamra

Samir Abujamra

EXIBIÇÃO:
26/01 | quarta
21h
CINE-PRAÇA
Documentário ficcional. Dançarina de um dos quadros de Edgar Dégas abandona a tela, ganha o mundo e desaparece no carnaval carioca; mistura de universo acadêmico, arte de vanguarda e submundo do sexo. O filme conta com locações em Paris, NY e RJ.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

terça-feira, 30 de novembro de 2010

são eles que estão dizendo

 

Ícone da alta cultura, Bailarina de Vermelho profere palestra em São Paulo

Separem os óculos de acetato. Em São Paulo pela primeira vez, o espetáculo Anticlássico – Uma Desconferência e o Enigma do Vazio traz para a terra da USP, da Semana de Arte Moderna e da Bienal a Bailarina de Vermelho.
Ícone (fictício) da (suposta) alta cultura, a Bailarina cobre com seu curto tutu vermelho a atriz Alessandra Colasanti, que, no espetáculo que escreveu e protagoniza, satiriza os discursos herméticos e a própria postura da intelligentsia.
“Ela é um blend do universo acadêmico, com arte de vanguarda e o submundo do sexo”, define a atriz Cissa Guimarães. E sua antipalestra, que integra a Mostra SESC de Artes, poderia ser definida como “o samba do crioulo doido dos intelectuais (ou pseudo)”, nas palavras de Barbara Heliodora (citemos a principal crítica de teatro do Rio de Janeiro e especialista em Shakespeare, já que estamos tratando de cultura elevada).
Prolegômenos
A Bailarina de Vermelho surgiu como personagem em 2007, quando Alessandra estreou Anticlássico no SESC-Rio. Ao longo dos anos, foi se transformando em performance multimídia, com aparições no jet set (e no carnaval) carioca e intervenções filmadas e disponíveis no Youtube – como a visita, na Flip de 2009, à mesa de debates da artista plástica Sophie Calle e seu ex-namorado, o escritor Grégoire Bouillier. Em 2010, protagonizou um (falso) documentário em curta-metragem, ainda inédito, sobre seu paradeiro, em que diferentes famosos e anônimos dão seus depoimentos – Cissa Guimarães entre eles.
A certidão de nascimento fictícia da personagem é bem anterior: data de 1872, ano em que o francês Edgar Degas pintou um de seus principais quadros, Le Foyer de La Danse à l’Opéra de La Rue Le Peletier. Desta tela ela fugiu, deixando apenas uma cadeira vazia para atestar sua ausência:

Livre dos museus, percorreu o mundo todo: frequentou a casa de Gertrude Stein em Paris, foi bailarina do Balé Imperial Russo, veio para a América com Stanislavski e, lá, integrou a Factory de Andy Warhol. Os grandes nomes se entrecruzam com sua trajetória, para não mencionar aqueles que ela conheceu mais intimamente – como John Cage, Woody Allen, Picasso. Este último, ela explica, um “perfeito exemplo da disparidade entre significante e significado”.
Para marcar sua passagem por São Paulo, a Bailarina concedeu uma entrevista curta à revista BRAVO!, que pode ser conferida a seguir.
Em sendo esta sua primeira fala em São Paulo, a repercussão de sua desconferência entre seus pares da comunidade uspiana é um motivo de ansiedade?
Bailarina de Vermelho: Antes de responder a essa pergunta propriamente, eu faria outra pergunta: em sendo esta minha primeira fala em São Paulo a repercussão da minha desconferência é um motivo de ansiedade entre os meus pares da comunidade uspiana? De minha parte eu me sinto muito tranquila para falar, eu falo mesmo, fa-lo, do verbo falar. E lembrem-se: O mar quando quebra na praia é bonito , é bonito , e é bonito, e não é stritu senso.
Há dois anos visitamos aqui em São Paulo a Bienal do Vazio, como ficou conhecida a última edição da Bienal por trazer uma quantidade pequena de obras de arte. Em sendo o enigma do vazio o tema de sua palestra, você poderia dizer se enxerga um retorno do tema na obra Bandeira Branca, de Nuno Ramos, que se esvaziou após idas e vindas dos urubus?
Curiosa essa pergunta. É importante que se diga que eu não tenho nenhuma bandeira na manga, também não tenho nenhuma manga na manga, e também não tenho nenhuma manga, at all. Isso posto, eu queria mandar um beijão para o Nuno Ramos e para os curadores Ivo Mesquita e Ana Paula Cohen, a 28ª Bienal de São Paulo foi uma bela homenagem à minha obra. Para os polemistas de plantão eu dedico a máxima do neurótico: é aflitivo, mas é bom.
A relação íntima que você travou com certas personalidades do mundo da academia e das artes é de conhecimento de todos nós, que, mesmo diante de temas tão profundos quanto aqueles explorados por você na palestra, por vezes nos apegamos a essas curiosidades mais concretas. A última pergunta tem esse aspecto um pouco invasivo: em sendo seus affairs tão variados e de altíssimo nível, poderíamos saber a garçonière de qual grande nome você tem frequentado?
Meu corpo é um livro aberto, uma obra em progresso e colaborativa. Apesar de avant garde, sou sintoma do meu tempo. Com o apagamento de todas as fronteiras, o sexo entre quatro paredes se tornou um anacronismo. É preciso realocar os velhos paradigmas, já dizia eu em 1969 na página 53 do meu primeiro livro, “ 53 a página intermitente”, um livro inteiro só de páginas 53. A questão da autoria, da assinatura, é igualmente tema da minha pesquisa. Hoje em dia pratico sexo a céu aberto com desconhecidos. Prefiro não saber seus nomes, como diria meu amigo Chet Baker, “ what a difference a name makes?”. Como artista eu não vejo separação, uma página, uma tela, um poste, uma pessoa, para mim tudo é suporte. Diante disso eu perguntaria, só é possível filosofar em alemão, ou não? O que acontece com o mundo? Essa pergunta não tem resposta.
Anticlássico – Uma Desconferência e o Enigma do Vazio
Mostra SESC de ArtesSESC Vila Mariana (r. Pelotas, 141, Vila Mariana, São Paulo). 23 e 24/11, às 20h. De R$ 6 a R$ 24.
Assista vídeos da Bailarina de Vermelho
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terça-feira, 23 de novembro de 2010

BAILARINA DE VERMELHO EM BARCELONA!














LA VERDADERA HISTORIA DE LA BAILARINA DE ROJO 
de Alessandra Colasanti y Samir Abujamra
 / Ficción / 2010 / 17 min. /
(V.O. Portugués - Subtítulos Español)
La bailarina de uno de los cuadros de Degas 
abandona el lienzo, 
se lanza al mundo y desaparece 
en el Carnaval carioca. 
Mezcla de universo académico, arte de vanguardia 
y submundo del sexo.



Fontrodona, 35
08004 Barcelona, España
metro: Paral-lel L3

www.maumaunderground.com

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

em dezembro: ANTICLÁSSICO EM CURITIBA, agora na Argentina!!

ATENÇÃO! ATENÇÃO! NÃO DEIXEM DE CHECAR AS COORDENADAS ANTES DE SAIR DE CASA, AO QUE TUDO NA WIKIPEDIA INDICA A CIDADE DE CURITIBA MIGROU PARA TERRITÓRIO ARGENTINO! E ACREDITEM NÃO OBSTANTE, OU TALVEZ POR ISSO, CONTINUA SENDO O MELHOR LUGAR PARA SE VIVER NO BRASIL.



Curitiba is located in Brazil
Curitiba
Location in Brazil



Curitiba (Tupi-Guarani: "Pine Nut Land"[citation needed]Portuguese pronunciation: [kuɾiˈtibɐ] or [kuɾiˈtʃibɐ]) is the capital and largest-city of the Brazilian state of Paraná. The city has the largest population, the largest economy in the State and also in southern Brazil. According to the American magazine Reader's Digest, Curitiba is the best place to live in Brazil. The population of Curitiba numbers approximately 1.8 million people (7th largest nationwide) and the latest GDP figures for the city surpass US$30 billion (ranking 4th nationwide) according to IBGE.

depois de araraquara e ribeirão preto A PARADIGMÁTICA PALESTRA DA BAILARINA DE VERMELHO, PELA PRIMEIRA VEZ EM SÃO PAULO CAPITAL! (porque o que vem de dentro é mais lindo)



 MOSTRA SESC DE ARTES 2010
ANTICLÁSSICO 

SESC Vila Mariana


Dia(s) 23/11, 24/11
Terça e quarta, às 20h.
Combinando projeções, vídeos ilustrativos, perguntas da audiência, coffee break e talk show, Anticlássico é um monólogo autoral cômico da atriz, performer, autora e diretora carioca Alessandra Colasanti. Uma bailarina de vermelho, recém-saída de um quadro de Dégas, profere uma "desconferência" sobre o enigma vazio - metáfora da contemporaneidade. Diz-se amiga íntima da Monalisa e faz saltitar nomes e frases de efeito, servindo-se de Walter Benjamim, Foucault e Derrida. Diz ter sido namorada de celebridades modernistas, ídolos pop e ícones contemporâneos, como o compositor pós-moderno John Cage. Ao seu lado, um jovem punk concertista que toca sonatas de Chopin e auxilia sua a bailarina. Auditório.
Texto, direção, figurinos e atuação: Alessandra Colasanti.
Participação: João Velho.
Duração: 90 minutos.
Classificação indicativa: 14 anos.


R$ 24,00[inteira]
R$ 12,00[usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 6,00[trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]